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08
Nov19

Roteiro de 2 dias por Dublin

Raquel Dias

E finalmente o segundo destino das minhas férias, Dublin.

Tal como a viagem a Barcelona, marquei o voo pela Abreu Express e o hotel pelo Booking (mas não se esqueçam de entrarem pelo Beruby para receberem o cashback das compras que fazem online, vejam o post aqui).

 

DIA 1

26 de Agosto

LISBOA - DUBLIN

 

Tanto para lá como para cá, fomos em TAP, como já sabem é a minha companhia de eleição.

Chegámos a Dublin por volta das 10h da manhã (a mesma hora que em Portugal).

Começámos por comprar o cartão dos transportes, o que nos leva à questão:

 

COMO NOS DESLOCÁMOS EM DUBLIN?

 

Há várias maneiras de se deslocarem, seja ela Autocarro, Táxi, Metro, etc. 

Eles têm um cartão que é o Cartão Leap Visitor Card, que é um cartão de uso ilimitado que dá para usarem nos transportes públicos de Dublin sejam autocarros, metros, eléctricos ou comboios. Têm a opção de comprar de 24h, 3 dias, 7 dias e começa a contar desde a primeira vez que o usam.

Podem comprar online e é entregue em casa (por isso só comprem online, se tiverem tempo de o receber), eu comprei no aeroporto, mas no site está lá os sítios todos onde podem comprar. E apanhei o autocarro 747 para o centro, mas o 757 também dá.

 

Fomos deixar a bagagem ao hotel, ficámos no Maldron Hotel Kevin Street, é um hotel moderno, bastante recente e muito confortável. O pequeno-almoço também era muito muito bom e fica a 5 min a pé da Catedral de St. Patrick.

 

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Maldron Hotel Kevin Street

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Maldron Hotel Kevin Street

 

Na verdade não foi o primeiro monumento que visitámos, porque o bilhete que eu comprei era para o dia a seguir, e por isso começámos então pela Dublinia, é uma exposição localizada na Christ Church, que nos faz viajar pelo tempo dos Vikings e épocas medievais. Podemos ver como eram as casas, as roupas, os navios, o crime, a morte, doenças, enfim tudo super bem explicado e interativo. Aconselho tanto a adultos como a crianças. 

Cada bilhete adulto custa 10€, e os de criança 6,50€.

Eu comprei os bilhetes online, para ir sem preocupações e sem filas.

Seguimos então para o outro lado da rua para visitarmos a Christ Church Cathedral (em português Igreja da Santíssima Trindade), é a catedral medieval mais antiga de Dublin tendo sido fundada por volta 1028. O interior é incrivelmente bonito, que como podem ver pelas fotos fascina qualquer um.

Comprei os bilhetes online sem guia e custa 6,50€ por adulto, e 2,50€ por criança.

 

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Dublinia

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Dublinia

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Catedral Christ Church

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Catedral Christ Church

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Catedral Christ Church

 

Almoçámos no Pinocchio Italian Restaurant na zona do Temple Bar e a comida estava muito boa, os ingredientes estavam todos frescos e saborosos, havia 2 empregas brasileiras que ouviram-nos a falar português e vieram logo ter connosco, e disseram logo que podíamos falar em português, meteram-nos logo super à vontade.

Regra geral em Dublin encontrámos muitos brasileiros, e fizeram-nos sempre sentir em casa.

Continuámos para o Castelo de Dublin à primeira vista, tem mais o aspecto de palácio do que propriamente de castelo, como estamos habituados, mas isso deve-se ao facto do fogo ter destruído tudo menos a torre, e por isso da parte medieval só sobrou isso, foi depois recontruído tendo tido várias funções ao longo dos anos. Hoje em dia é uma atracção turística, mas também um centro de conferências usado pelo governo irlandês para acontecimentos oficiais.

O bilhete de adulto custa 8€ e 4€ o de criança, mais uma vez tudo foi comprado online.

 

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Castelo Dublin

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Castelo Dublin

 

No final da tarde aproveitámos para passear no St. Stephens Green é um dos parques públicos mais antigos de Dublin, mas também um marco importante na história pois durante a Revolta da Páscoa em 1916 um grupo de revoltosos irlandeses tomou controlo do parque para tentar ganhar a independêcia do Reino Unido, mas não foi bem sucedida e só em 1922 é que o país consegui-se tornar um estado livre, após a Guerra da Independência da Irlanda e a Guerra Civil Irlandesa.

Para mim é importante saber a história dos locais porque me liga mais ao local.

Jantámos no Quays Irish Restaurant, um pub tipico irlandês encantador, e a comida era muito boa e bem apresentada.

 

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St. Stephens Green

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Quays Irish Restaurant

 

DIA 2

27 de Agosto

DUBLIN

 

Começámos o dia por visitar a Destilaria da Jameson, esta é a destilaria antiga, sendo a Bow St. Distillery que funcionou até 1971, hoje em dia serve de atracção turistica com guias, onde nos explicam todo o processo usado, este foi o pedido do João (claro!).

Como a destilaria fica um pouco fora da zona central, temos que ir de propósito para aquela zona, na vinda almoçámos no restaurante do hotel, pois passámos mesmo à porta.

 

Seguimos para o Museu de Arqueologia de Dublin, onde há exposições desde os primeiros habitantes cerca de 7000 a.c. até à Irlanda medieval, tem também exposições fora da Irlanda como exposição sobre o Egipto. Para quem gosta de história como eu é um sítio que não podem perder, caso contrário vai ser uma seca ahah.

A entrada no museu é gratuita, e para ver tudo a preceito eu diria 2h/3h, eu só tive 1:30h, vi tudo mas não li tudo.

 

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Destilaria da Jameson

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Museu de Arqueologia de Dublin

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Museu de Arqueologia de Dublin

 

Seguimos para a famosa Catedral St. Patrick (Catedral de S. Patrício), foi fundada em 1191 e é a maior Igreja da Irlanda, e segunda mais antiga igreja medieval.

Tal como a Christ Chrch, são as duas majestosas e de uma envergadura tamanha, que faz jus ao número de visitantes que por elas passam, como sendo as mais visitadas de Dublin.

A nossa última visita foi a Prisão Kilmainham, onde muitos revolucionários irlandeses foram presos e executados, tais como os lideres da Revolta da Páscoa. E por isso um monumento muito associado à independência da Irlanda.

 

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Catedral St. Patrick

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Catedral St. Patrick

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Catedral St. Patrick

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Prisão Kilmainham

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Prisão Kilmainham

 

À noite passeámos pelo Temple Bar e visitámos a estátua da Molly Malone, conta a história que uma mulher linda e jovem, vendedora ambulante de peixe, morreu de febre e homenageia as mulheres que trabalhavam arduamente. Há outra versão desta história que diz que ela não era apenas uma vendedora ambulante e trabalhasse também na noite como prostituta. 

Na realidade não há certezas que ela tenha existido mas o que é certo é que há músicas dedicadas a ela, resta saber se ela era apenas uma imaginação dos homens ou se realmente existiu. Mas foi proclamado, dia 13 de Junho, dia da Molly Malone. A estátua está actualmente na Rua Suffolk Street.

 

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Molly Malone

 

Se ainda tiverem tempo passem pela "The Church" que é uma igreja que foi transformada num restaurante e mesmo que não tencionem lá comer, peçam para entrar para ver, os empregados são super simpáticos.

Por fim jantámos no Merchants Arch mesmo em frente ao rio e além de lindo, a comida é óptima.

Dublin é uma cidade cara, por isso vão prevenidos.

 

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Merchants Arch 

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Merchants Arch 

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Merchants Arch 

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Restaurante The Church 

 

Estas últimas fotos são mais aleatórias, mas achei importante verem pelo menos um foto da cidade de noite e os postes (não são todos) tal como em Londres são lindos!

O pub The Brazen Head é o pub mais antigo da Irlanda, 1198. Passem por lá tem um ambiente muito bom e está cheio de história!

 

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Dublin

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The Brazen Head Pub

 

Espero que tenham gostado e que vos seja útil este roteiro.

Se já foram ou vão a Dublin, deixem aqui nos comentários os que mais gostaram ou o que estão mais entusiasmados por ver.

 

Beijoos 

 

07
Jun19

Roteiro de 4 dias pela Madeira

Raquel Dias

Já estou de volta (finalmente) com as férias e os meus anos decidi parar um pouco e aproveitar a família, e fazer uma pausa nas redes sociais. Mas já estou de volta e com fotos lindas da Ilha da Madeira para vou mostrar.

Estive 4 dias na Madeira, e esta foi a minha 3ª vez na ilha, tinha lá estado em 2001 e 2011. Fomos um grupo de 6 pessoas, eu e os meus pais e o meu namorado e os pais dele que nunca lá tinham ido, e decidimos então fazer assim umas mini férias.

Se tivesse de descrever a Madeira em 3 palavras seriam beleza, flores e bananas .

Todos nós sabemos que a Madeira faz parte de Portugal, mas é uma beleza tão diferente do continente que quase parece outro país. Fui nesta época porque estava a decorrer a Festa das Flores, se as flores lá já são um sonho, imaginem nesta altura. 

Deixo-vos então em baixo o roteiro que eu fiz para estas férias e com sorte vocês se possam inspirar e fazerem vocês mesmos esta viagem.

 

DIA 1

LISBOA - MACHICO - CANIÇAL - PONTA DE SÃO LOURENÇO - GARAJAU - FUNCHAL

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Aterrámos por volta das 11h e já tinha reservado um carro pela Rentalcars (podem obter o cashback pelo site Beruby) e bastou-nos levantar logo junto à saída e seguimos viagem. Como o aeroporto fica em Santa Maria decidimos fazer logo a zona Este da Ilha.

Começamos então por visitar a Baía de Machico, foi aqui que os descobridores João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira desembarcaram pela primeira vez, em Machico há também o Forte do Amparo que servia para defender a baía e a Igreja Matriz de Machico, desta vez estava fechada e por isso não a podemos visitar.

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(Aeroporto da Madeira)

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(Baía de Machico)

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(Igreja Matriz de Machico)

 

Seguimos para o Miradouro do Pico do Facho, de onde se vê Machico e a Ponta de São Lourenço, este pico antigamente servia para acenderem fogueiras para avisarem a população da chegada de embarcações inimigas.

Almoçamos no Caniçal, no Restaurante Cabrestante, a comida estava toda muito boa, eu comi peixe espada com banana e molho de maracujá. Se por acaso tiverem por esses lados vão lá comer as empregadas eram todas muito simpáticas também.

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(Miradouro Pico do Facho)

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(Miradouro Pico do Facho)

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(Almoço Restaurante Cabrestante)

 

Depois seguimos para a Ponta de São Lourenço, vocês podem caminhar por lá ou podem ficar só à entrada, é a parte mais "deserta" e por isso levem calçado confortável para andarem por lá. Eu andei 2h para lá e para cá, e por isso não deu para ver toda a beleza natural, mas façam pelo menos um pouco do troço, vale a pena.

A nossa ideia era passar pelo Mercado do Santo da Serra, mas já estava fechado quando passámos e fomos então até ao Café Relógio que fica na Camacha, aqui vocês podem ver as senhoras a fazerem as cestas de vime e podem também compra-las, podem ainda aproveitar para lanchar no café se a fome apertar .

Para terminar as visitas do primeiro dia fomos então até ao Garajau onde fica o Cristo Rei e um dos teleféricos, tenho a dizer que de todos os dias este foi o sitio que mais me desiludiu, estava meio abandonado, montes de ervas a crescer. Quando eu lá estive em 2011 podia-se ir até ao miradouro que estava fechado e super mal tratado, a madeira toda a cair, foi um dos sítios que mais tinha gostado de vir porque o miradouro dava-nos a sensação de estarmos perto do mar e vê-lo assim tão mal tratado deu-me pena.

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(Ponta de São Lourenço)

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(Ponta de São Lourenço)

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(Café Relógio)

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(Cristo Rei - Garajau)

Fomos então em direcção ao Funchal para fazer o check-in no hotel, nós ficamos no Enotel Quinta do Sol (é só para adultos), o hotel é maravilhoso, empregados super prestáveis, excepto um senhor de bigode da recepção, o pequeno-almoço é muito bom e completo. À noite têm música ao vivo e também há jantares com temas diferentes. Eu reservo sempre as minhas viagens pela Abreu, adoro a empresa e nunca me falharam. Mas podem também reservar o hotel pelo Booking (podem obter o cashback pelo site Beruby).

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(Enotel Quinta do Sol)

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(Enotel Quinta do Sol)

Para terminar o dia jantámos no Restaurante Porta do Lado, a comida mais uma vez era muito boa, nada a apontar, ambiente calmo por isso recomendo. Mas todos os empregados eram antipáticos, qualquer coisa que nós perguntássemos faziam uma cara de frete. Por isso se não se importarem com isso a comida é muito boa, e só pela comida é que recomendo.

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DIA 2

CÂMARA DE LOBOS - CABO GIRÃO - PORTO MONIZ - VÉU DA NOIVA - GRUTAS DE SÃO VICENTE - PONTA DO PARGO

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Começamos o 2º dia por tomar o pequeno-almoço que como tinha dito antes é maravilhoso, eles têm lá uma parte de show cooking com uma pessoa, onde fazem as panquecas, os ovos, o bacon, é bastante diferente e dá para ver como a comida é confecionada.

Este dia foi também o mais preenchido, vimos a parte Oeste da ilha e começamos pela Câmara de Lobos, porque eu queria ir ver os barcos coloridos que normalmente estão na praia, para serem arranjados.

De seguida fomos até ao Cabo Girão, é um miradouro, todo em vidro, por isso para pessoas com vertigens não é aconselhado, há sempre muita gente lá e podem ver regularmente também pessoas a fazerem parapente.

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(Câmara de Lobos)

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(Câmara de Lobos)

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(Cabo Girão)

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(Cabo Girão - e namorado com medo)

Éramos para ir à Sociedade de Engenho da Calheta, onde está um dos mais antigos engenhos de cana-de-açúcar existentes na Ilha da Madeira, trata-se de um exemplo vivo do passado açucareiro, com meio século de história. Produz rum de qualidade, obtido sob fermentação controlada e cuidada destilação, e mel de cana, obtido através da cozedura da garapa (caldo de cana) a vapor.
A fábrica labora uma vez por ano, normalmente logo a seguir à Semana Santa. As instalações, com a sua maquinaria usada na fabricação da aguardente e do mel, podem ser visitadas todo o ano e de forma gratuita. 

Mas nós enganámo-nos no caminho e já estávamos longe e então já não deu para voltar para trás, mas passem por lá que deve ser super interessante.

Almoçamos então pela Ribeira Brava, no Restaurante Concord, que desculpem a expressão, é uma valente porcaria, pelo menos os pratos com lulas. Eu pedi calamares e a minha mãe pediu lulas à diabinho, as minhas vieram uma valente m**** porque as lulas vinham separadas completamente do panado e vejam o aspecto, pela foto em baixo, as da minha mãe vinham quase vivas e nada a haver com a foto que eles nos mostraram do que era o prato. Reclama-mos, nem o dono, nem o chef tiveram a decência de sair da cozinha para nos vir falar sobre o que quer que fosse. A rapariga que nos estava a servir foi impecável connosco e ela própria disse logo que não comia aquilo, e não pagámos os 2 pratos, o resto do pessoal disse que a comida era okay.

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(Os calamares)

Eu e a minha mãe cheias de fome, mas seguimos caminho para as Grutas de São Vicente, têm o custo de 8€ por pessoa, mas valem super a pena, além de lindas por dentro, a guia explicou tudo muito bem, e no final há um centro de interpretação interativo que explica muito bem tudo o que é relacionado com os vulcões.

Fomos então até ao Véu da Noiva, é uma queda de água que cai directamente sobre o mar. Antigamente os carros passavam pelo túnel mesmo de baixo da cascata, eu ainda passei quando fui em 2001, e é das coisas que mais me lembro. Fecharam a estrada pois o risco de derrocada era cada vez maior, e vimos parte em que já houve alguns deslizamentos e já nem se vê a estrada.

De seguida fomos até às Piscinas Naturais de Porto Moniz, são compostas por rochas vulcânicas, a água é geladinha, mas só pela beleza, valem a pena .

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 (Grutas de São Vicente)

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(Véu da Noiva)

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(Piscinas de Porto Moniz)

Seguimos para o Miradouro da Garganta Funda, é uma queda de água, mas para ser sincera corria pouca e tem de se andar um bocadinho até lá chegar, no entanto vale sempre a pena lá ir. Dali vê-se o Oceano Atlântico e o Farol da Ponta do Pargo, que foi onde fomos a seguir. Não deu para entrar pois era fim de semana e estava fechado, mas ver o por do sol aqui é lindo, apesar de não ter estado o melhor sol de sempre, o céu estava lindo na mesma.

Por fim terminamos o dia a jantar no Restaurante Taberna Ruel, no Funchal e que recomendo imenso, da comida aos empregados tudo 5*.

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(Miradouro da Garganta Funda)

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 (Por do Sol no Farol da Ponta do Pargo)

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(Farol Ponta do Pargo)

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 (Vitela com cogumelos - Taberna Ruel)

 

DIA 3

CURRAL DAS FREIRAS  - PICO DO AREEIRO - RIBEIRO FRIO - FAIAL - SANTANA - MONTE

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Após o pequeno-almoço seguimos então para o Curral das Freiras, o nome deve-se ao facto das freiras do Convento de Santa Clara terem ido para ali devido aos constantes ataques piratas no Funchal. Fica completamente rodeado por montanhas e daí o motivo de se terem mudado para lá, além de que aquelas montanhas enormes são lindas.

Seguimos para o Pico do Areeiro, é o 3º ponto mais alto da ilha, com 1818 metros de altura, no cume há a Estação Radar da Força Aérea Portuguesa, mas também podem comer e comprar lembranças. Podem ainda caminhar até ao Pico Ruivo, com 1862 metros de altura, demorando assim 3h e é feito através de túneis e caminhos abertos nas rochas, se estiverem interessados em fazer levem lanternas e roupa confortável.

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(Curral das Freiras)

 

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(Pico do Areeiro)

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(Pico do Areeiro)

 

Parámos para almoçar no Ribeiro Frio, comemos uma bifana no pão do caco, o sitio é muito bonito e podem visitar também o viveiro de trutas.

Seguimos então até às formações rochosas na Praia do Faial, e formos então até Santana, para ver as famosas típicas casas em triângulo pequenas onde vivam familias inteiras e bebemos a melhor poncha de maracujá da ilha.

Por último seguimos para o Monte para fazer a descida nos carros de cesto, o custo é de 30€ por 2 pessoas ou 45€ por pessoa. A descida é de 2km (Monte ao Livramento), e é feita por 2 senhores que movem o carro, chamados de carreiros do monte, durante a descida podem ver a estrada quase em espelho, de tanta vez que aqueles carros lá passam.

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(Praia do Faial)

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(Casas de Santana)

No final do dia, foi tempo de ir entregar o carro ao aeroporto, e na vinda jantámos no Restaurante Casa Velha, um restaurante clássico com o preço mais elevado que a média. Eu comi o pato que estava simplesmente maravilhoso, se por acaso podem gastar um pouco mais aconselho a irem lá.

No entanto o risotto deles não passa de um arroz cozido com alguns legumes, não fazendo jus nenhum ao prato.

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(Pato no Restaurante Casa Velha)

 

 

DIA 4

FUNCHAL - LISBOA

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O último dia começou pelo check-out, o hotel deixou ficar lá as malas até ao final do dia para que pudessemos estar à vontade.

Visitámos a Sé do Funchal, que é linda. Vimos ainda uma exposição de flores e tivemos direito a ver o folclore com os trajes madeirenses.

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(Exposição Flores)

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(Folclore)

 

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(Sé do Funchal)

Fomos visitar então uma das caves do vinho da Madeira, neste caso a Blandy's. Vocês podem marcar no site deles e verem as horas das visitas, a que nós fizemos era a vintage e tem o custo de 9,50€ por pessoa e tem prova no final.

Seguimos para o Mercado dos Lavradores que fica situado no centro do Funchal, e lá dentro pode ver-se as senhoras vendedoras vestidas com o tipico traje madeirense. No mercado podem encontrar peixe, carne, na parte de baixo, frutas, flores e restaurantes no piso 0 e 1.

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(Cave Blandy's)

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(Mercado dos Lavradores)

 

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(Mercado dos Lavradores)

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(Mercado dos Lavradores)

 

Por último fomos até ao Jardim Botânico da Madeira, tem mais de 2500 plantas de todo o mundo, tem também aves, mas neste momento estão vedadas ao público porque havia pessoas a libertá-las por não gostarem de ver as aves presas, acho uma estupidez as pessoas fazerem isso, mas enfim.

Voltámos então ao hotel onde tinhamos um motorista que reservei pela Suntrafers à nossa espera para nos levar até ao aeroporto. O serviço foi muito profissional e pontual. Adorei.

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E assim foram passados estes 4 dias na Ilha da Madeira.

Espero que tenham gostado!

Beijooos 

07
Set18

Roteiro pelo Norte de Portugal

Raquel Dias

As minhas férias começaram no inicio do mês de Agosto, onde todos os anos vou à festa que há na aldeia onde o meu pai nasceu, o Goulinho, uma aldeia que fica na Serra do Açor (na verdade não é uma aldeia porque não tem pessoas suficientes, é um lugar) é lindo e óptimo para descansar uns dias. Este ano a paisagem é triste devido aos incêndios do ano passado, mas nem isso lhe tira o charme. 

A festa são 2 dias, há rifas, comes e bebes e música. Quem quiser ir a uma festa da aldeia já sabe o Goulinho é que é .

Depois das festividades na aldeia fomos passear pelo norte de Portugal, e vou mostrar-vos o que fiz e por onde andei.

 

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 (Festa do Goulinho)

 

1º dia (Goulinho - Arouca - Vale de Cambra - Esposende - Barcelos)

 

Saímos do Goulinho em direção a Arouca, tinha lá estado à 2 anos e não se via tanto gado como vi este ano, é bom voltar a ver os animais soltos pelas nossas serras, mesmo quando temos de parar para eles passarem .

Visitámos a Frecha da Mizarela e fomos almoçar a Vale de Cambra. Como o nosso destino era o Gerês, seguimos então mais a cima no mapa até Esposende, onde visitámos o Cemitério Medieval das Barreiras que é grátis e vale a pena para quem gosta de história e de ver, tentar perceber como viviam as pessoas neste tempo e como faziam as coisas. Visitámos também o Castro de São Lourenço que era uma aldeia que foi edificada pelos povos da Idade do Ferro. Parte ainda está bastante percetível e dá para ter uma ideia de como era a aldeia, o resta foi destruido com o tempo, a entrada também é gratuíta. O Período Romano também está presente, pois as casas deixam de ter a forma redonda e passam a ser em parte rectangulares.

Do Castro de São Lourenço podemos ir ao miradouro que nos permite alcançar vista sobre Esposende.

Com o cair da noite fomos dormir a Barcelos, onde nunca tinha ido e ver aqueles jardins e ruas arranjadas dá gosto. Fomos jantar ao Restaurante Babette e dormimos no Hotel da Bagoeira, mesmo no centro de Barcelos. Nessa noite estavam a decorrer as festas de Barcelos onde havia tanto artesanato bonito e muitos galos .

 

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(Arouca) 

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 (Arouca) 

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 (Frecha da Mizarela)

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 (Cemitério Medieval das Barreiras)

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 (Castro de São Lourenço)

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(Barcelos) 

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  (Barcelos)

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 (Restaurante Babette)

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  (Restaurante Babette)

 

2º dia (Viana do Castelo - Vila Praia de Âncora - Tui - Valença)

 

Pela manhã seguimos até ao Santuário de Santa Luzia em Viana do Castelo que é l-i-n-d-o com uma arquitectura relativamente recente e é um sitio que chama muita gente pela sua imponência. De seguida visitámos o Forte de Pego de Fontes já em ruínas, mas que serviu de defesa da costa do Alto Minho.

Almoçámos pelo caminho e fomos logo para a praia de Vila Praia de Âncora o resto do dia.

Seguimos até Tui, em Espanha onde fomos ao Mercadona, uma rede de supermercados, com coisas incrivelmente mais baratas que aqui em Portugal e que estão a pensar em abrir no norte de Portugal, saímos de Espanha e fomos até Valença onde pernoitámos na Quinta da Raposeira e jantámos no Restaurante Bom Jesus, dentro da fortaleza.

 

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(Santuário de Santa Luzia)

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 (Forte de Pego de Fontes)

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 (Mercadona Espanha)

 

3º dia (Valença - Soajo - Parada de Bouro)

 

Da parte da manhã aproveitámos para conhecer a Fortaleza de Valença e apreciar as lojas e todo o movimento que estas trazem, visitámos também o Museu de Interpretação que se encontra na fortaleza e as capelas. Seguimos até ao Santuário de Nossa Senhora da Peneda, onde almoçámos, vale a pena a visita porque além de ficar num sitio lindo, o próprio santuário é magnifico.

Seguimos pelo Parque Peneda-Gerês onde todas as paisagens eram lindas, dignas de um quadro.

Passámos por Soajo onde há um aglomerado de espigueiros, o mais antigo data de 1782 e alguns ainda hoje em dia alguns são usados. Para quem não sabe o espigueiro servia/ serve para secar o milho e evitar que os roedores o estragassem e por isso é que têm aquele formato.

Fomos visitar a Cascata do Arado no caminho pela serra e fomos dormir à Parada do Bouro na Casa Soral - Quinta do Sorilhal que é de longe a quinta mais bonita onde já fiquei a dormir, os donos são um amor, super prestáveis, maravilhosos. Quando lá chegámos já eram perto das 20:00h, tínhamos um lanche ajantarado à nossa espera, para não termos de sair à procura de restaurante e ainda nos colocaram a comida da cozinha à disposição, sem pagar mais por isso.

 

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 (Fortaleza de Valença)

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 (Fortaleza de Valença)

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 (Santuário da Nossa Senhora da Peneda)

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 (Espigueiros do Soajo)

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 (Espigueiros do Soajo)

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 (Gerês)

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 (Cascata do Arado)

 

4º dia (Serra do Gerês)

 

Da parte da manhã só fizemos piscina para descansar e aproveitar esta quinta maravilhosa, da parte da tarde fomos andar de kart pela Serra do Gerês, eu fui pela Gerêsmont, apesar do passeio ter sido agradável, não fiquei satisfeita com as condições dos karts, que estavam muito desgastados, não gostei que o kart tivesse parado numa subida porque a pessoa anterior tinha queimado a embraiagem e o senhor ainda se vira para mim e diz "então meu que já fizeste" e eu posso admitir que me passei e disse "não tenho culpa que me tenham dado um kart todo lixado" (maneira suave aqui, mas na verdade fui mais explosiva) o que fez com que não desse para aproveitar 100%.

Primeiro tinha feito encomenda de três moto 4 mas não haviam tivemos de ir de kart, depois fizeram o meu pai sair do kart e ir para uma moto 4. Enfim, o passeio vale a pena, mas se fosse a vocês escolhia outra empresa.

Levem roupa que possam sujar, porque o pó vai ser muito e convém que saibam que vão sujar a vossa roupa e levem um lenço para tapar o nariz e boca, embora eles não avisem, levem! 

Depois desta sujeira toda voltámos para a quinta e fomos outra vez para a piscina. Jantámos no Restaurante da Pousadela, que tem uma vista lindaaaaa, e dormimos no mesmo sitio da noite anterior.

 

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 (Casa Soral - Quinta Sorilhal)

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 (Kart Gerês)

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 (Kart Gerês)

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 (Miradouro da Pousadela)

 

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 (Restaurante da Pousadela)

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 (Restaurante da Pousadela)

 

 

5º dia (Valdreu - Arcos de Valdevez - Guimarães - Goulinho)

 

No último dia pelo Gerês fomos até Valdreu, onde visitámos a Igreja de Santo António de Mixões da Serra.

Seguimos até Arcos de Valdevez para percorrer um pouco dos Passadiços - Ecovia do Vez. Por fim fomos até Guimarães onde paramos para ver o Castelo de Guimarães e o Paço dos Duques de Bragança.

No final voltámos ao Goulinho onde esta viagem começou.

 

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(Igreja de Santo António de Mixões da Serra)

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(Ecovia do Vez)

 

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(Ecovia do Vez)

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 (Guimarães)

 

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 (Guimarães)

 

(Todas as fotos são minhas e sem filtros)

 

E pronto como tudo o que é bom acaba depressa agora tenho mais 4 dias para gastar quando apanhar ai um feriado.

Espero que tenham gostado deste post, onde vos mostro um pouco do que foi as minhas férias e do que visitei para que possam fazer o vosso próprio itinerário.

 

Todas as reservas de quarto fiz pelo Booking e se vocês fizerem uma reserva por aqui que é o meu link eu recebo 15€ e vocês também recebem 15€ no cartão de crédito. (Não basta reservarem têm de ficar hospedados e só depois é que recebem o dinheiro)

 

P.S.: Está a decorrer um passatempo no Instagram se quiserem participar é só clicar aqui.

 

E vocês já foram de férias? Se sim, para onde? Contem-me tudo nos comentários.

 

Beijinhooos 

 

(Este post não é patrocinado, mas contém links afiliados)

29
Jun18

Roteiro pelo Algarve

Raquel Dias

Cheguei de umas férias merecidas, foram ótimas para assentar tudo o que se passou e a verdade é que para mim a minha normalidade não veio tão rápido quanto eu esperava.

E entre férias, descanso e papo para o ar, tenho andado também na azafama da comprar móveis, eletrodomésticos e tudo mais para preencher a minha nova casa (é tão estranho ainda para mim e demorou até eu ter segurança em sair da casa dos papás). E quando tiver tudo +/- organizado faço um post .

 

Mas hoje o post é sobre o que andei a fazer nas minhas férias pelo Algarve, o que visitei, comi, enfim tudo.

As minhas férias na realidade começaram dias antes de ir para o Algarve, estive em Santarém porque o meu namorado é de lá e então como ele faz anos nesta altura vamos sempre para lá uns dias, e nesses dias é o que se chama, não mexer uma palha ahah !

 

1º dia

 

Fomos então rumo ao sul do país, até Silves. É uma das mais antigas cidades do país.

Ficamos então hospedados no Hotel Colina dos Mouros que fica mesmo pertinho do centro e a 15 min a pé do Castelo.

 

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Esta foto é do Booking porque não tirei foto ao hotel, e podem visitar o Booking para verem como ele é por dentro.

Com pequeno-almoço incluído, paguei por 3 noites/ 4 dias 123,93€ para duas pessoas. O hotel é um hotel dito normal, os quartos tinham varanda e estava tudo muito limpo, algumas coisas precisam de uma modernização, mas nada de mais. O pequeno-almoço era muito bom, mas não muito variado, tinha pão e uns croissants, queijo fiambre e chourição, manteiga e doce, café, leite com chocolate e sumos, iogurtes, fruta e cereais. Na minha opinião faltavam uns bolinhos e chegava perfeitamente. 

 

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(Vista do quarto de hotel)

 

No dia que cheguei andei por Silves a pé e acabamos por ir jantar a um restaurante de sushi, o Sushi Love (all you can eat) e pagamos 12,95€ + bebidas por pessoa. O restaurante não era topo de gama, mas a comida era muito saborosa e feita no momento.

 

2º dia

 

Aproveitamos o dia na praia, o tempo estava muito bom então fomos até à Praia da Rocha, a água estava agradável, calma e um sol lindo.

Ficámos por lá o dia todo e almoçámos no restaurante de praia, Senhora da Rocha, comemos uma tosta de queijo ótima.

Não havia excesso de pessoas na praia, portanto não parecíamos sardinhas enlatadas e a levar com a areia dos outros, para mim Junho é o melhor mês para tirar uns dias.

Depois de um dia de praia fomos jantar ao Shopping de Portimão, Aqua Portimão e adivinhem o que foi o jantar? 

Exato, sushi, mas também tinha comida chinesa que foi o que comi mais neste dia. Não me lembro quanto paguei mas sei que foi à volta de 35€ para os dois.

 

3º dia

 

Na parte da manhã fomos fazer a excursão das grutas e foi um passeio lindo! É de uma beleza natural espetacular e aconselho toda a gente a fazê-la.

Eu fiz a excursão pela Toruga Benagil Tours, fiz a visita tradicional que tem a duração de 1h e 15 minutos e custa 25€ por pessoa adulta, crianças pagam 15€. Há outros packs que podem fazer conforme o tempo que desejarem e o preço.

Aconselho-vos a fazer a excursão nestes barcos mais pequenos para poderem ver dentro das grutas. Podem reservar no site deles, no dia e hora pretendida e pagam só quando chegarem à praia.

 

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Depois da visita às grutas fomos até aos Monumentos Megalíticos de Alcalar, que são vestígios de uma povoação pré-histórica com templos funerários do III milénio a.c., para quem gosta de história é uma ótima visita para fazerem e no local mostram um vídeo a explicar a história.

Pagámos 1€ por pessoa pois temos menos de 25 anos.

 

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E por fim fomos até à Fortaleza de Sagres, que é um sitio lindo no limiar sul de Portugal que merece a visita de todos, pois foi durante muitos anos uma praça de guerra e um fortificação defensiva marítima. Durante a visita têm tabuletas a explicar para que serviam certos sítios da fortaleza, mas também muita beleza animal, vegetal e natural. Acho que dentro da fortaleza falta um café e um centro de exposições que podiam contar e exemplificar melhor a história.

Eu já tinha ido lá há uns 7/8 anos e o edifício que lá está arranjado continua fechado.

A entrada custa 3€ por pessoa.

De volta a Silves, fomos tomar um banho e fomos depois jantar ao Café Inglês que é um restaurante com bar e música ao vivo que fica entre o Castelo e a Sé, a vista para estes à noite é linda!

Comemos pão de alho com queijo e uma pizza romana que estava deliciosa! E pagámos cerca de 35€ para os dois.

 

4º dia

 

Último dia em Silves, tomámos o pequeno-almoço e fizemos o check-out e as férias já estavam a acabar.

Fomos visitar o Castelo de Silves que está todos arranjado, à entrada temos o D. Sancho I a dar-nos as boas-vindas e por dentro preservaram as ruínas do castelo e das antigas habitações, mas também fizeram um jardim que está lindo, nas torres do castelo há exposições sobre as escavações e ainda havia também uma exposição sobre o Lince Ibérico que está em vias de extinção.

 

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Por fim visitamos o Museu Municipal de Arqueologia de Silves, no museu podemos encontrar as peças descobertas no castelo e algumas descobertas também noutros sítios do concelho.

Este museu foi construído à volta do poço-cisterna que havia no local, descoberto durante as escavações.

Podemos encontrar objetos do Paleolítico, Neolítico, Calcolítico, Idade do Bronze e Ferro, Período Roma, Período Medieval com destaque no período Muçulmano, pois a cidade tem raízes muçulmanas e muito património também.

Por fim metemos-nos à estrada de volta a casa, onde me espera o resto das mudanças, montagem de móveis e limpezas.

Assim que estiver tudo organizado volto com a mesma frequência de antes.

 

Espero que tenham gostado!

Beijooos 

 

 

(o post contém link de afiliados)

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